Depressão
- Josianne Martins
- 15 de ago.
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Atualizado: 15 de set.
A Depressão, também chamada de Transtorno Depressivo, é a doença psiquiátrica mais comum no mundo. Sua origem é multifatorial, envolvendo a interação de fatores genéticos, neuroquímicos, ambientais, traumas, experiências de vida e até variações hormonais.
Ela pode afetar qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero, condição social, nível de escolaridade, raça ou aparência física.
Principais sintomas
Humor deprimido (tristeza persistente) e/ou perda de interesse e prazer nas atividades do dia a dia;
Fadiga e falta de energia;
Alterações no sono (insônia ou sono excessivo);
Mudanças no apetite (aumento ou redução);
Dificuldade de concentração;
Pensamentos negativos, que podem incluir ideias de morte e, em alguns casos, planejamento ou tentativas de suicídio.
A intensidade dos sintomas permite classificar a depressão como leve, moderada ou grave, podendo ser altamente incapacitante.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão está entre as principais causas de incapacidade no mundo e tende a ocupar posição de destaque nas próximas décadas.
É fundamental diferenciar a depressão unipolar (do Transtorno Depressivo) da fase depressiva do Transtorno Bipolar. Embora os sintomas possam ser semelhantes, o tratamento medicamentoso e psicoterápico é diferente. O erro no diagnóstico pode agravar os sintomas e comprometer a recuperação.
Por isso, a avaliação feita por um médico psiquiatra é indispensável para garantir um diagnóstico correto e definir o tratamento mais adequado para cada pessoa.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é clínico, portanto, não há exames para confirmar se a pessoa está deprimida ou não.
O tratamento é individualizado e requer, na maioria das vezes, o uso de medicação, psicoterapia, atividade física, alimentação saudável e sono de qualidade.



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